A Nossa Cidade

Crônicas e Desertações

VERDADES DA VIDA.

Introdução   

 

Se o homem procurasse conhecer a si mesmo de verdade, fiquem certos, metade dos problemas do mundo, das pessoas e as suas coisas já estariam resolvidos dentro da lei da reciprocidade, e hoje principalmente, com ajuda da ciência e das novas tecnologias que utilizadas com eficácia e da maneira correta, traria com certeza evolução e prosperidade para todos em qualquer periferia deste mundo.

 

Pensando no hoje que é um buraco no futuro por onde o passado já começou a jorrar, concluo, precisamos mudar, reformular quase tudo, para que possamos continuar nesta maravilha de planeta denominado por nós até então, mais ou menos humanos: Terra...

Devemos sempre perguntar a nós mesmos nos entraves de nossa mente, na turbulência de nossos corações, o que estamos fazendo na vida para que se faça a diferença do micro para o macro no mundo das pessoas e as suas coisas todas. O que deveríamos fazer de verdade, pensando e agindo no certo para que o verdadeiro equilíbrio geral se faça presente em um mundo hoje, desequilibrado, insensato e desacordado na maioria de suas questões por estarmos somente olhando para o espelho, vendo somente a nossa própria pessoa e imagem. O que podemos fazer, sem classificação ou fronteiras, para que seja real a paz, harmonia e com isso, o amor e a felicidade individual para a coletividade global dentro do exercício da liberdade, igualdade e fraternidade entre os povos e, para que o exercício da mente e do coração em real paralelo se estabeleça como regra geral. Estamos caminhando todos nós pela vida com as nossas diversas funções e qualificações dentro de um sistema chamado sociedade. Sociedade onde todos nada mais somos que atores da vida e um elo desta nobre e dinâmica corrente e coletividade. Devemos ser fortes, impávidos, sensatos e úteis a toda gama de questões que nos abrange em nosso dia-a-dia e na vida de nossos agregados sociais, os nossos acompanhantes todos em suas vivências para que juntos, possamos fazer neste sistema das pessoas e as sua coisas todas, uma sociedade mais justa, mais igualitária e, por conseguinte, a vida de todos, melhor em qualquer classe social, raça, credo ou bandeira deste globo na realidade deste novo tempo global, nesta nova era do tudo ou nada de um mundo que tem que estar acordado em todos os seus sentidos, mesmo com a soberania individual de cada nação, globalmente, sem fronteiras nas questões que para solução, precisa da união de todos nós do foguete Terra a partir da casa e família de cada um.

Coloco através destas minhas laudas e me apresentando de forma direta a cada um que ler e se adequar nas devidas questões aqui escritas e descritas, neste único mundo que necessita sem margens para erros de cada um de nós alicerçando em cada individual e correta atitude, da digna ação para o bem estar geral desta nova e irreversível era do século XXI, para o bem viver da vida no globo como um todo, para todos.


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O milagre da Recompensa

 Esta estória foi há muito tempo descrita. Um ancião portando seu cajado, ofertara a um grupo de jovens uma digna missão.

 A missão dada aos sete integrantes do grupo era colocar uma mochila nas costas, e escalar aos poucos um pico bem alto da região. Ao escalar o pico. Cada um dos integrantes deveria ir pegando as pedras do caminho e ir colocando em suas mochilas. Iniciara-se a subida. Uns pegavam todas as pedras que encontravam, embora alguns, só pegassem as bem pequenas para que não se cansassem tanto na subida.

A exaustiva subida, na medida que ia chegando ao fim, mais cansava pelo sol que atingia sem cessar as suas cabeças, corpos e membros. Alguns desistiram, outros persistiram e conseguiram chegar ao topo. Já estando os que venceram a árdua escalada, em sua plataforma, no topo. Viram o ancião, o mestre da missão chegando portando humildemente o seu cajado.

O ancião notara que alguns traziam a mochila quase vazia, enquanto outros com enormes pedras, se faziam no rosto notar o sacrifício com as mesmas, totalmente pesadas, em sua exaustão.

 O bom e humilde idoso, para o espanto de todos. Disse-lhes que a partir daquele instante as pedras recolhidas, seriam deles como presente e recordação daquele dia de intenso esforço. Ele pediu-lhes para que jogassem ao chão as pedras e as contassem uma a uma.

 Os integrantes do grupo fizeram o que o velho ancião lhes solicitara. E estupefatos com o que viam, jamais poderiam acreditar neste milagre. Suas pedras já no chão, não eram mais somente pedras. Eram para alguns pequenos, e para outros enormes e reluzentes Diamantes, na grande ou pequena sabedoria e escolha de cada um.

 

“O livre arbítrio, dá para alguns a chance de terem os seus esforços realmente recompensados, sempre agindo corretamente em cada devida missão que a vida través do tempo propõe“.

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Percepção

 Um pai muito velhinho, estando com o seu querido e único filho preso; escreveu-lhe uma carta solicitando a este único e amado filho ajuda, pois pelo peso dos anos já não conseguia preparar a terra para o plantio das flores que tanto queria ter em seu jardim. E que ele, pedia ao seu amado e aprisionado filho que o ajudasse a arar o jardim para o seu plantio.

O rapaz sem muito ter o que fazer, pois estava detido, encarcerado.

O rapaz fez a únca coisa que podia naquele momento. Escreveu uma carta ao seu pai e entregou uma confissão aos policiais dizendo-lhe que os corpos que lhe acusavam do assassinato e, pelo crime que estava pagando, estava enterrado em seu jardim.

 No dia seguinte de manhãzinha, os policiais lá estavam cavando tudo, revirando toda terra para que pudessem achar os ditos corpos há muito por eles procurado como prova contra o inocente rapaz, tão procurado e nunca achado.

 Os policiais nada achando, confusos e furiosos se foram. Logo na manhã seguinte, o velho pai recebeu de seu filho um outro telegrama: Querido e amado pai, estando eu aqui encarcerado, foi esta a única maneira de te ajudar, pois só nós dois sabemos que não sou o assassino. Querido Pai, um dia todos também saberão a verdade, nisto eu tenho fé. Plante de imediato as tuas flores, cuide bem de teu jardim e fique com Deus, deste teu filho que o ama e para sempre o amara.


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      A teoria da relacionalidade...

 

 No mundo e na correria dos dias de hoje, o relacionamento entre os indivíduos, as pessoas e os seus negócios em geral, esta complicadíssimo.Todos, todos com rara exceção, querem a lei do Gerson em seu favor, ou seja, todos querem as suas vantagens pessoais em qualquer ato, negócio ou ponto de vista sem abrir mão de seus conceitos.

Já há muito, muitos grupos e organizações que atuam comercialmento na sociedade, usam um método que todos deveriam seguir. Só tem realmente vantagem quem sabe, conhece e pode entender a importância para todos do dividir lucros e responsabiliadades. Sempre é bom para o viver em paz, com harmonia e com tranqüilidade, suavemente, seguir esta regra especifica que realmente dão resultados precisos e pragmáticos pois, no mercado concorrido e frente as informações em tempo real que hoje temos, só ganha e multiplica atualmente, dividindo vantagens e lucro.

Os que procuram tudo isso nos relacionamentos casuais, pessoais, comerciais e em um campo mais amplo, nos sociais, certamente dentro das regras do ter e ceder, vão se dar bem.

 Geralmente nesta vida, damos as pessoas o que elas precisam, e elas nos dão o que queremos para o que nos é necessário para o melhor viver a cada tempo e ação. É, foi e eternamente será assim e, quem não conseguir aprender a seguir estas regras, estará fora do campo da existência sadia e plena que a humanidade há tempos anseia, e por certo, estará completamente só em suas questões e ações dentro da sociedade.

 Como seria bom se pelo menos a maioria vivesse e deixasse viver sem contenção os que buscam afoitamente a existência nas periferias de seus afazeres humildes e sérios para manterem as suas pobres vidas e a dos seus em dia, como seria bom!

 No mundo consciente e mesmo inconsciente, os sem noção de que todos possuem direitos e deveres, deixam-lhes os deveres e negam-lhes os devidos direitos dentro da já ultrapassada lei da vantagem absoluta, sem qualquer exceção para qualquer classe social ou ação. Pode-se afirmar categoricamente na teoria da relacionalidade do tempo atual que: Neste emaranhado de vontades, anseios e de sonhos perdidos em realidades desencontradas, existe nas coisas devidas e indevidas, meio tanto, tentando ferrar ou atrapalhar o outro meio; que mal, que caos que pode advir disto em pouco tempo! Pense nisso e, se estiver inserido neste contexto, mude enquanto há tempo...


                                                                                            Equipe A Nossa Cidade