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Coroa, Resplendor, Magnitude.
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Acima, descrevemos o significado do nome de nosso município - A Nossa Cidade. Município este, privilegiado pela sua localização, próximo aos grandes centros dos municípios vizinhos. Estando à pouquíssimos quilômetros das principais rodovias e 46 Km de um dos principais sistemas portuários do País: o Porto de Santos - tornando com isso, o escoamento de nossa produção Industrial e produtos em geral, mais acessíveis ao deslocamento para sua exportação. Tornando com isso, o nosso município factível, cada dia mais ao crescimento, trazendo a cidadania e a crescente dignidade aos munícipes como um todo.
O surgimento e a emancipação de nossa cidade.
Nos primeiros anos do século XVIII, precisamente no ano de 1700, o nosso município, hoje Diadema, era conhecido como Acuri, e logo posteriormente, como Guacuri, haja vista naquela época, ter em suas terras, uma espécie de palmeira muito abundante no local, que lhe originou o nome. Nesta época, edificara-se uma capela em louvor a Imaculada Conceição, pelo padre: Salvador Pires de Santiago, em um sítio de sua propriedade, entre os muitos existentes no local. Nesta capela, foi celebrada a primeira missa, em 22 de Dezembro de 1736. Naquele tempo, os Jesuítas eram os proprietários da maioria das terras da região, e logo após, através do édito de Sebastião José de Carvalho Mello, o futuro marquês de pombal em 21 de Julho de 1759, as mesmas, voltavam a ser de propriedade da coroa. A capela fora em conseqüência dos fatos que ocasionaram a saída dos jesuítas do local, abandonada por 70 anos, e sendo abolida em definitivo em 24 de Outubro de 1835. Nesta época, a nossa cidade, era chamada de Sítio da Capela. Em 1815, vinte anos anteriores. O barão de tiete, José Manuel da Silva, nascido em Santo Amaro, havia deixado já legalizado, uma grande gleba de terras para a sua sobrinha Amélia Eugênia da Silva. Estas terras, que fazia divisa com o Jardim Mirian, seguindo os córregos: Do Floriano, dos Monteiros e o córrego do Serraria, retornando pelo parque 7 de Setembro, em direção ao Jardim Rey, perfazendo cerca de 300 alqueires. Amélia Eugênia da Silva e Antônio José de Oliveira, o “Antônio Piranga“, em 1875, contraíram matrimônio. Antônio Piranga montou uma serraria a vapor, aproveitando as águas do córrego que passava na Mata da Capela, que futuramente, se chamaria: Serraria. A serraria de Antônio Piranga, muito contribui com o setor moveleiro, criado pelo colonos Italianos em São Bernardo, no fornecimento das madeiras nobres existentes no local, usadas na fabricação de seus móveis. Com o falecimento de Amélia Eugênia no ano de 1923. As terras de seu espólio, foram vendidas por Antônio Piranga, a empresa Urbanistica Conceição, que após loteada e vendida aos devidos interessados, em 24 de Dezembro de 1948, dava o nome a Vila Conceição. No inicio do processo industrial no século XX, a antiga rota dos tropeiros, muito ajudou nos primeiros traços de nossa cidade de Diadema, na criação e adequação dos primeiros bairros de nossa cidade. Na época, houve os loteamentos da Vila Conceição, Eldorado e Piraporinha, que faziam parte da devida rota dos tropeiros, e com isso foram os três primeiros bairros a serem devidamente urbanizados e industrializados. Pelos anos vindouros, Vila Conceição foi progredindo e se industrializando, onde com a criação do distrito de Diadema obtivemos o nosso município que 10 anos depois viria a ser a nossa cidade de Diadema com a sua emancipação e integração como município na esfera federal - Diadema: coroa, resplendor, magnitude..
EQUIPE A NOSSA CIDADE.
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